| Príncipe Naruhito visita o Bunkyo e faz doação da Casa Imperial |
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| Por Célia Abe Oi | ||||||
| 25 de junho de 2008 | ||||||
Página 4 de 4 O fim da visita do príncipe ao Bunkyo Com movimentos precisos, sempre sob os olhares atentos dos seguranças do Brasil e do Japão, o príncipe e a comitiva cumpriram o horário pré-estabelecido. Mas, foi mais uma vez, a emoção dos nipo-brasileiros que novamente quebrou o protocolo. Quando ainda a comitiva estava no 9º. andar - e a maioria dos jornalistas do térreo tinha saído para a Galvão Bueno (por onde seguiria o príncipe) - um dos convidados presentes no hall sugeriu improvisar uma recepção, bem ao estilo japonês (familiar, vamos assim dizer!). Um deles orientou dos demais: "vamos gritar três banzais, se der tempo, vamos gritar três vivas". Gargantas à postos, a figura do príncipe apontou no hall e todos, bandeiras ao alto, "banzai" três vezes e o visitante reduziu a marcha. Felizmente, também deu tempo para o cumprimento em português. Será que o príncipe ficou emocionado? Talvez. Mas, com certeza, os convidados do hall ficaram. E, mais, os poucos e intensos minutos da visita serão motivos para longas conversas com amigos e familiares. Descendo as escadarias, antes de subir no carro oficial, o príncipe Naruhito também fez questão de cumprimentar algumas pessoas do público que o esperava na saída do Bunkyo. Lá fora, carros, escolta policial e helicóptero já o esperavam para seu próximo destino, a Faculdade de Direito da USP. Fotos: Alinne Rezende |
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