Movimentado Festival do Japão de Bragança Paulista

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01“Gente em demasia” – pode parecer estranho, mas este era o dilema vivido pelos organizadores do Festival do Japão da Associação Central Nipo-Brasileira da Região Bragantina realizado nos dias 4 e 5 de julho.

O Festival foi montado basicamente em dois espaços: no Ginásio Esportivo, que serviu de base para a Praça Bazarista e estandes patrocinadores; e na sede da entidade, que fica ao lado, e abrigou cozinha, Praça de Alimentação e palco.

02No final, a despeito de todos os esforços dos organizadores, o espaço se tornou exíguo para tantos visitantes dispostos a saborear os pratos preparados pelo Departamento das Senhoras e que foram assistir aos shows artísticos no palco da entidade.

O fato é que, mesmo assim, o Festival do Japão, em sua 9ª edição, não deixou de ser um movimentado e simpático evento em que os associados atuaram como anfitriões dos visitantes locais e das cidades vizinhas.

03Entre os membros da organização, também foi possível identificar a presença de muitos jovens, sendo muitos deles não descendentes de japoneses. Além disso, destaque também para a atuação da Escola de Língua Japonesa, que reúne aproximadamente 70 alunos, sob a direção da professora Akiko Uenishi (que, aliás, foi a responsável pelo preparo do delicioso gyudon!).

04Nesse corre-corre festivo, realizou-se, na tarde do sábado, dia 4, a abertura do evento, com a presença do cônsul-geral do Japão em São Paulo, Takahiro Nakamae; a presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Bunkyo, Harumi Arashiro Goya; o prefeito municipal Fernão Dias Leme; a vereadora Rita Valle, que representou a Câmara Municipal, e Ivan Montanari, secretário municipal de Cultura.

05Em sua saudação, o presidente da Associação Central Nipo-Brasileira da Região Bragantina, Toshinori Togo, destacou “ser gratificante a grande afluência de público” para quem prepara um evento como o Festival do Japão – e, sorridente, mandou seu recado “não façam cerimônia, abram suas carteiras e gastem”.

06Em conversa informal com Rogério Umeoka, ex-presidente da entidade e atual Representante Regional do Bunkyo, ele contou que admite que há um impasse entre os membros da organização, visto que “definitivamente, as instalações da sede da entidade são insignificantes para acolher o público do Festival do Japão”. Comentou ainda que, há alguns anos, a prefeitura municipal colocou as instalações de um espaço de eventos à disposição para possibilitar a ampliação das atividades, mas, na ocasião, preferiu-se continuar com o local original do Festival.

07“Criamos este evento para tornar nossa entidade mais conhecida e, portanto, seria essencial que o público viesse até a nossa casa”, justificou ele, admitindo, no entanto, que “acho que chegou a hora de reavaliar esse posicionamento!”.

Confira o calendário de eventos completo